Uma República de Letras luso-brasileira : a Academia Real da História Portuguesa

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Pontificia Universidad Católica del Perú. Fondo Editorial

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«Mas qual se pode desejar mais sublime matéria para compor uma História que os sucessos e as ações da nossa Republica das Letras?» (Silva, 1726) —se perguntava o Marquês de Abrantes na censura que redigiu para o livro que contava os primeiros anos de funcionamento da Academia Real da História Portuguesa. Com efeito, a criação dessa Academia, por Dom João V, em dezembro de 1720, foi momento singular no processo de formação e consolidação de um grupo de intelectuais2 que se reunia em torno do monarca e nele encontrava seu principal mecenas (Mota, 2003). Ela era sintoma evidente da formação, em Portugal, de uma República de Letras de viés iluminista. Mas existiria mesmo um Iluminismo em Portugal por essa época?

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Páginas 345-369

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