Experiencias de hombres perpetradores de violencia contra la mujer: una perspectiva interseccional
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Pontificia Universidad Católica del Perú
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Abstract
The present study sought to understand the experiences of men perpetrators of domestic violence (MAV) in relation to violence committed against women, in light of the Maria da Penha Law (MPL) and intersectional aspects involving masculinities and race. Qualitative research was carried out from interviews with six black men and four white men. From the content analysis, four categories were identified: 1) Implications in the violent act(s); 2) Relationship with the MPL; 3) Fear of publicizing the acts of violence; 4) Being a man and intersectionality. The HAVs denied violence and did not perceive a relationship between violence and racial identification. The importance of building interventions and readings considering the contradictions experienced by MAV is highlighted.
El presente estudio se esforzó por comprender las experiencias de hombres agresores culpables de violencia intrafamiliar (HAV) en relación con la(s) violencia(s) ejercida(s) contra la(s) mujer(es), a la luz de la Ley Maria da Penha (LMP) y aspectos interseccionales que envuelven masculinidades y raza. La investigación cualitativa se realizó a partir de entrevistas con seis hombres negros y cuatro hombres blancos. A partir del análisis de contenido, se identificaron cuatro categorías: 1) Implicaciones en el(los) acto(s) violento(s); 2) Relación con la LMP; 3) Emociones involucradas derivadas (del miedo) de la publicidad de la violencia; 4) Ser hombre e interseccionalidades. Los HAV negaron la violencia y no percibieron una relación entre la violencia y la identificación racial. Se destaca la importancia de organizar intervenciones y lecturas considerando las contradicciones vividas por los HAV.
O presente estudo buscou compreender as vivências dos homens autores de violência doméstica (HAV) em relação às violências cometidas contra mulheres, à luz da Lei Maria da Penha (LMP) e dos aspectos intersecionais envolvendo masculinidades e raça. Foi realizada pesquisa qualitativa a partir de entrevistas com seis homens negros e quatro homens brancos. A partir da análise de conteúdo, foram identificadas quatro categorias: 1) Implicações no(s) ato(s) violento(s); 2) Relação com a LMP; 3) Emocionalidades envolvidas decorrentes (do medo) da publicização da violência; 4) Ser homem e Interseccionalidades. Os HAV negaram a violência e não perceberam relação entre violência e identificação racial. Ressalta-se a importância de construir intervenções e leituras considerando as contradições vivenciadas pelos HAV.
El presente estudio se esforzó por comprender las experiencias de hombres agresores culpables de violencia intrafamiliar (HAV) en relación con la(s) violencia(s) ejercida(s) contra la(s) mujer(es), a la luz de la Ley Maria da Penha (LMP) y aspectos interseccionales que envuelven masculinidades y raza. La investigación cualitativa se realizó a partir de entrevistas con seis hombres negros y cuatro hombres blancos. A partir del análisis de contenido, se identificaron cuatro categorías: 1) Implicaciones en el(los) acto(s) violento(s); 2) Relación con la LMP; 3) Emociones involucradas derivadas (del miedo) de la publicidad de la violencia; 4) Ser hombre e interseccionalidades. Los HAV negaron la violencia y no percibieron una relación entre la violencia y la identificación racial. Se destaca la importancia de organizar intervenciones y lecturas considerando las contradicciones vividas por los HAV.
O presente estudo buscou compreender as vivências dos homens autores de violência doméstica (HAV) em relação às violências cometidas contra mulheres, à luz da Lei Maria da Penha (LMP) e dos aspectos intersecionais envolvendo masculinidades e raça. Foi realizada pesquisa qualitativa a partir de entrevistas com seis homens negros e quatro homens brancos. A partir da análise de conteúdo, foram identificadas quatro categorias: 1) Implicações no(s) ato(s) violento(s); 2) Relação com a LMP; 3) Emocionalidades envolvidas decorrentes (do medo) da publicização da violência; 4) Ser homem e Interseccionalidades. Os HAV negaram a violência e não perceberam relação entre violência e identificação racial. Ressalta-se a importância de construir intervenções e leituras considerando as contradições vivenciadas pelos HAV.
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Keywords
Masculinities, Maria da Penha Law, Intersectionality, Violence against women, Masculinidades, Ley Maria da Penha, Interseccionalidad, La violencia contra las mujeres, Masculinidades, Lei maria da Penha, Interseccionalidade, Violência contra as mulheres
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