Parates, esperas y negociaciones
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Pontificia Universidad Católica del Perú
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Resumen
In this paper, I am interested in reflecting on the different methodological challenges I went through during the ethnographic work that supports my doctoral thesis (FFyH-UNC). During four years —in non-consecutive periods— I traveled to the province of Jujuy, in Argentina, more precisely to the department of Rinconada located in the Puna region, to investigate the way in which a mining company —of foreign capitals and open-pit operation— builds and guarantees the social license necessary to operate, in relation to fourteen indigenous communities that inhabit the territory where the mining facilities are deployed. During the beginning of this work, some situations took place that seemed to hinder and condition the entry into the field. Throughout this paper, I intend to show how these situations became key elements in the production of anthropological knowledge, while allowing me to question certain methodological disciplinary prejudices usual in the study of elites or powerful groups.
En este escrito me interesa reflexionar sobre los diferentes desafíos metodológicos que atravesé durante el trabajo etnográfico que sustenta mi tesis doctoral (FFyH-UNC). Durante cuatro años —en periodos no consecutivos— viajé a la provincia de Jujuy, en Argentina, más precisamente al departamento de Rinconada situado en la región Puna, para indagar el modo en que una empresa minera —de capitales extranjeros y operación a cielo abierto— construye y garantiza la licencia social necesaria para operar, en relación con catorce comunidades indígenas que habitan el territorio donde se despliegan las instalaciones mineras. Durante el inicio de este trabajo, tuvieron lugar algunas situaciones que parecieron obstaculizar y condicionar el ingreso al campo. A lo largo de este escrito, pretendo mostrar cómo estas situaciones devinieron elementos claves en la producción de conocimiento antropológico, al tiempo que me permitieron cuestionar ciertos prejuicios disciplinares metodológicos usuales en el estudio de élites o grupos poderosos.
Neste artigo, estou interessado em refletir sobre os diferentes desafios metodológicos que enfrentei durante o trabalho etnográfico que sustenta a minha tese de doutoramento (FFyH-UNC). Durante 4 anos - em períodos não consecutivos - viajei para a província de Jujuy-Argentina, mais precisamente para o departamento de Rinconada, localizado na região de Puna, para investigar a forma como uma empresa mineira - de capital estrangeiro e operação a céu aberto - constrói e garante a necessária licença social para operar, em relação a 14 comunidades indígenas que habitam o território onde as instalações mineiras estão implantadas. Durante o início deste trabalho, ocorreram algumas situações que pareceram dificultar e condicionar a entrada no terreno. Ao longo deste artigo, pretendo mostrar como essas situações se tornaram elementos-chave na produção de conhecimento antropológico, ao mesmo tempo que me permitiram questionar certos preconceitos metodológicos disciplinares comuns no estudo de elites ou grupos poderosos.
En este escrito me interesa reflexionar sobre los diferentes desafíos metodológicos que atravesé durante el trabajo etnográfico que sustenta mi tesis doctoral (FFyH-UNC). Durante cuatro años —en periodos no consecutivos— viajé a la provincia de Jujuy, en Argentina, más precisamente al departamento de Rinconada situado en la región Puna, para indagar el modo en que una empresa minera —de capitales extranjeros y operación a cielo abierto— construye y garantiza la licencia social necesaria para operar, en relación con catorce comunidades indígenas que habitan el territorio donde se despliegan las instalaciones mineras. Durante el inicio de este trabajo, tuvieron lugar algunas situaciones que parecieron obstaculizar y condicionar el ingreso al campo. A lo largo de este escrito, pretendo mostrar cómo estas situaciones devinieron elementos claves en la producción de conocimiento antropológico, al tiempo que me permitieron cuestionar ciertos prejuicios disciplinares metodológicos usuales en el estudio de élites o grupos poderosos.
Neste artigo, estou interessado em refletir sobre os diferentes desafios metodológicos que enfrentei durante o trabalho etnográfico que sustenta a minha tese de doutoramento (FFyH-UNC). Durante 4 anos - em períodos não consecutivos - viajei para a província de Jujuy-Argentina, mais precisamente para o departamento de Rinconada, localizado na região de Puna, para investigar a forma como uma empresa mineira - de capital estrangeiro e operação a céu aberto - constrói e garante a necessária licença social para operar, em relação a 14 comunidades indígenas que habitam o território onde as instalações mineiras estão implantadas. Durante o início deste trabalho, ocorreram algumas situações que pareceram dificultar e condicionar a entrada no terreno. Ao longo deste artigo, pretendo mostrar como essas situações se tornaram elementos-chave na produção de conhecimento antropológico, ao mesmo tempo que me permitiram questionar certos preconceitos metodológicos disciplinares comuns no estudo de elites ou grupos poderosos.
Descripción
Palabras clave
Ethnography, Mining Company, Puna of Jujuy, Indigenous Communities, Social License, Etnografía, Empresa Minera, Puna de Jujuy, Comunidades Indígenas, Licencia Social
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